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3 investidores que com pouco fizeram fortuna na Bolsa

El Economista America - 16:02 - 20/11/2013
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    As oscilações da Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa) assusta alguns. Porém, há exemplos de pessoas que construíram fortunas praticamente do zero surfando nas ondas da compra e venda de ações.

    Homens como Lírio Parisotto, Antonio José Carneiro e Luiz Alves Paes de Barros, nomes desconhecidos para o público geral, exemplificam trajetórias de sucesso no mercado acionário brasileiro. Para inspirar investidores que pensam na bolsa de Valores como uma fonte de oportunidades, o El Economista América traz um breve relato de como eles edificaram seus bilhões.

    Lírio Parisotto - Nascido na cidade de gaúcha de Nova Bassono (a cerca de 150 km de Porto Alegre) em uma família de lavradores, esse investidor de 59 anos saiu de casa aos 13 para tentar uma vida melhor. Ao longo dos anos foi seminarista, bancário, médico, comerciante, até chegar a industrial e dono uma rede de locadoras, a Videolar. Mesmo sendo um empresário bem sucedido, Parisotto construiu seu império na Bolsa de Valores, onde estreou em 1971.

    Na sua primeira incursão investiu o equivalente a um carro zero e perdeu tudo. Parisotto fez uma nova tentativa anos depois e perdeu grande parte do dinheiro novamente. Em 1988 ele constituiu um fundo que hoje administra cerca de US$ 1 bilhão. Parisotto também insistiu no mercado de ações e em 1998 aplicou parte dos dividendos da Videolar para formar a carteira de 11 ações que mantém há mais de 12 anos (Bicbanco, Bradespar, Banco do Brasil, Celesc, Cielo, Eletropaulo, Eternit, Grendene, Randon, Redecard, CSN, Tecnisa, Transmissão Paulista e Usiminas).

    O investidor controla uma fortuna que ultrapassa os US$ 2 bilhões. Ocupa o 736º lugar na lista de bilionários da revista Forbes e é o 26º homem mais rico do Brasil, segundo o último levantamento da publicação.

    Antonio José Carneiro - Apelidado de 'Bode', este investidor de 70 anos acumulou sua fortuna trabalhando em diferentes áreas. Carneiro começou sua trajetória como operador do pregão da Bolsa do Rio de Janeiro no início dos anos 1970.

    O dinheiro que ganhou em ações naquela época lhe permitiu comprar parte da corretora Multiplic, que logo se transformou em um banco e, posteriormente, deu origem a financeira Losango. Carneiro saiu destas empresas e começou a investir em papéis do setor elétrico.  Hoje é o maior acionista pessoa física da Energisa, que sozinha domina mais de 10% do mercado de energia do País. Carneiro aparece como o 1175º bilionário listado pela Forbes e o 37º homem mais rico do Brasil. Seu patrimônio foi estimado em US$ 2,4 bilhões. 

    Luiz Alves Paes de Barros - Dono de uma fortuna estimada em cerca de R$ 1,5 bilhão, este investidor de 65 anos é de perfil baixo. Não dá entrevistas e raramente participa de eventos do mercado financeiro. Formado em economia, usou um montante que levantou com parentes para se tornar bilionário aplicando na Bovespa. Amigos próximos contam que Barros começou com US$ 10 mil. Um perfil dele publicado pela revista Exame destacou que sua grande tacada foi o investimento nas ações do banco Real, antes da venda da instituição financeira para o grupo holandês ABN Amrom em 1999. Barros ainda não aparece na lista dos bilionários da Forbes, mas ao que tudo indica caminha para ocupar um espaço no ranking da fama dos bilionários.

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