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Guido Mantega descarta novo aporte ao setor elétrico

Agência Brasil - 17:26 - 4/06/2014
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    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, considera que não há necessidade de aporte ao setor elétrico, no momento. Segundo ele, o governo está observando o setor todos os meses para garantir "o pleno funcionamento do setor de energia".

    Preço do óleo de mamona sobe devido ao biodiesel, mas nenhuma gota vira combustível

    "A situação do setor melhorou porque o regime de chuvas deu uma melhorada. Conseguimos equacionar o problema maior que era das distribuidoras. O preço, que é regulado pela agência de energia, já está se reduzindo. Significa que há mais capacidade energética sendo gerada". O ministro acrescentou que há mais água em vários reservatórios para gerar energia.

    No último dia 29, o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, decartou um novo socorro ao setor elétrico por meio de aumento de impostos. Segundo ele, a medida não está em discussão na equipe econômica.

    Segundo o secretário, o governo gastará somente os R$ 13 bilhões previstos para ajudar a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo que subsidia as tarifas do setor elétrico, neste ano. Desse total, R$ 9 bilhões tinham sido aprovados no Orçamento Geral da União e R$ 4 bilhões fazem parte do pacote de socorro ao setor elétrico anunciado em março.

    Além do aporte de R$ 4 bilhões à CDE, a ajuda ao setor contou com empréstimo de R$ 11,2 bilhões à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica para as empresas de energia poderem arcar com os custos da energia termelétrica, mais cara que a hidrelétrica, e com as compras de energia no mercado de curto prazo. A linha de crédito tem como objetivo ajudar as distribuidoras a ter caixa até o fim da estiagem e a volta das chuvas, prevista para o fim do ano.

    No entanto, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou, em apenas dois meses, duas parcelas do empréstimo que somam R$ 9,75 bilhões. As empresas alegam que uma nova operação de crédito pode ser necessária.


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