elEconomista.es
Brasil
Bovespa
37.362,92
-1,76%
USDBRL
3,2638
-0,03%
Crudo WTI
47,77
+7,28%
Oro
1.322,50
-0,35%

Conselho da Petrobras recebeu documentos sobre Passadena na véspera de reunião, diz jornal

elEconomistaAmerica - 16:57 - 4/04/2014
comentarios

    Mais um capítulo envolvendo a compra de uma refinaria em Passadena, nos EUA, pela Petrobras se desenrolou nesta sexta-feira. O jornal O Estado de S.Paulo afirmou que os documentos internos da estatal com os dados sobre o negócio ficaram prontos às vésperas da reunião que decidiu sobre a compra.

    Aneel vai repassar custos com termelétricas para contas de luz

    A publicação contradiz a afirmação do advogado do ex-diretor da Área Internacional da Petrobras, Nestor Cerveró, que havia dito que o contrato da operação tinha sido enviado aos membros do conselho com 15 dias de antecedência.

    Entenda a polêmica

    Depois de a presidente Dilma Rousseff afirmar que deu aval para a compra da refinaria de Passadena (EUA) com base em um parecer "falho", dirigentes da Petrobras vieram a público afirmar que a ela tinha total acesso a todos os documentos do caso. A informação foi divulgada pelo jornal O Estado de São Paulo.

    A compra de 50% da refinaria, que deu um prejuízo bilionário à Petrobras, foi feita em 2006, quando Dilma era presidente do Conselho Administrativo da estatal. Os dirigentes afirmaram ainda que Dilma também tinha acesso a pareceres jurídicos sobre o caso e que as cláusulas que a presidente alegou não conhecer foram usadas em outros contratos da Petrobras.

    A presidente Dilma Rousseff afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo que votou em 2006 pela compra de 50% de uma refinaria com base em "informações incompletas" de um parecer "técnica e juridicamente falho". Na época, ela era ministra da Casa Civil e comandava o Conselho de Administração da Petrobras.

    De acordo com o jornal, a suspeita de superfaturamento e evasão de divisas levou a Polícia Federal, o Tribunal de Contas da União , o Ministério Público e o Congresso a investigar o caso.

    A compra de 50% da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA) custou US$ 360 milhões. Depois, a Petrobras foi obrigada a ficar com 100% da instalação, devido a uma cláusula no contrato. O valor total desembolsado foi de US$ 1,18 bilhão.

    Em nota ao jornal, Dilma disse que à época desconhecia a cláusula que obrigaria a estatal a comprar toda a refinaria. O jornal revelou que a ata da reunião do Conselho de Administração da Petrobras mostra que a decisão da compra de 50% foi unânime. Também deram votos favoráveis os então ministros Antonio Palocci (Fazenda), atual consultor de empresas, e Jaques Wagner (Relações Institucionais), hoje governador da Bahia.

    Otras noticias
    Contenido patrocinado

    Comentários 0


    Síguenos en twitter
    Síguenos en Facebook

    Más leidas

    eAm
    Colombia
    Mexico
    Chile
    Argentina
    Peru

    Liga Brasileña 2013-14

    Secretária de Igualdade Racial diz que autos de resistência colocam <b>policiais acima da lei</b>
    EEUU.- EEUU reprocha a la UE que quiera una red de comunicaciones propia y avisa sobre posibles infracciones comerciales